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sexta-feira, 2 de Setembro de 2005 Universidades paulistas lutam contra veto de AlckminDepois de ato com 1.500 pessoas na terça, manifestantes voltam hoje à Alesp![]() Manifestantes no saguão da Alesp, na terça, dia 30/8 Matheus Birkut / Agência Cromafoto
Após a ocupação do prédio da Alesp, houve uma reunião entre os parlamentares e o movimento e os representantes do Fórum das Seis, que reúne os sindicatos de professores e funcionários da USP, Unesp e Unicamp. Sob pressão, os parlamentares marcaram para esta quinta, dia 1º de setembro, a sessão para discutir a derrubada do veto. Depois do anúncio vitorioso, a multidão fez uma passeata pelos corredores da Alesp cantando "Derrube o veto". Se o veto for derrubado e passar a valer a emenda à LDO, 10% da arrecadação do ICMS passarão a ser investidos nas três universidades estaduais. Há 10 anos o percentual está em 9,57%. Além disso, 1% do ICMS será destinado às Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e haverá um aumento de 30% para 31% dos impostos do Estado vinculados à educação básica. Moções contra o veto Nos últimos dias, congregações de unidades da USP, sociedades científicas e também as câmaras municipais de Ribeirão Preto e Piracicaba manifestaram seu descontentamento com o veto do governador Alckmin por meio de moções. As unidades da USP que se pronunciaram contra o veto, por meio de suas congregações, foram o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), o Instituto de Matemática e Estatística (IME) e o Instituto de Física (IF). O ICB enviou ao presidente da Alesp ofício D. 170/05, manifestando sua expectativa pela derrubada do veto. O IME defende a vinculação de receitas à Educação e pede aos deputados que "reafirmem a decisão anterior da Assembléia Legislativa relativa à LDO 2006". A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Regional São Paulo, considera "fundamental que os deputados paulistas derrubem o veto do governador Geraldo Alckmin". A Federação das Entidades de Biologia Experimental (FeSBE), que conta com sete entidades federadas e quatro associadas, aprovou texto de idêntico teor. Protesto continua A greve nas universidades continua e a Unicamp, que ainda não entrou em greve, realizará assembléias para discutir as ações do movimento.Para pressionar a sessão que discutirá o veto de Alckmin ao aumento de verbas, estudantes, professores e funcionários das universidades estaduais paulistas estão novamente na Alesp, neste 1º de setembro. A vigília está programada para começar às 13h, e os manifestantes prometem muito barulho para derrubar o veto. Acompanhe mais informações deste protesto no Portal do PSTU. |
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A greve nas universidades continua e a Unicamp, que ainda não entrou em greve, realizará assembléias para discutir as ações do movimento.







